Conforme apresenta o CEO Lucio Fernandes Winck, a Universal Pictures tem um histórico de grandes franquias e personagens icônicos, desde os dinossauros de Jurassic Park até os clássicos monstros do terror. Nos últimos anos, o estúdio tem buscado expandir seu universo cinematográfico, explorando novas formas de contar histórias e conquistar o público. Enquanto Jurassic Park continua sendo uma aposta segura, o estúdio também tenta revitalizar seus monstros clássicos após o fracasso do Dark Universe.
Mas quais são os planos da Universal para o futuro? E será que o estúdio finalmente encontrou a fórmula certa para criar um universo compartilhado de sucesso? Continue lendo para descobrir os próximos passos da Universal e como o estúdio está reinventando suas franquias para conquistar o público!
Quais são os planos da Universal para a franquia “Jurassic Park”?
A franquia Jurassic Park é uma das mais lucrativas da Universal, e o sucesso de “Jurassic World: Domínio” reafirmou seu apelo global. Embora o estúdio ainda não tenha anunciado oficialmente novos filmes, o produtor Frank Marshall sugeriu que a franquia continuará, com novas histórias e personagens sendo explorados. Esse fator, portanto, indica que o universo dos dinossauros ainda tem muito a oferecer ao público.
Além dos filmes, a Universal tem investido na expansão da franquia em outras mídias. Séries animadas, bem como o Acampamento Jurássico, e atrações nos parques temáticos mantêm o interesse do público vivo. Segundo Lucio Fernandes Winck, essa estratégia garante que Jurassic Park continue relevante para novas gerações, fortalecendo então sua posição no cenário do entretenimento.

O que aconteceu com o “Dark Universe” da Universal?
Em 2017, a Universal tentou criar um universo cinematográfico compartilhado com seus monstros clássicos, chamado Dark Universe. O projeto começou com “A Múmia”, estrelado por Tom Cruise, mas o filme não teve o desempenho esperado. A recepção negativa e o fracasso nas bilheterias fizeram com que o estúdio cancelasse os planos para o universo compartilhado, deixando outros projetos incertos, como explica Lucio Fernandes Winck.
Após essa falha, a Universal adotou uma abordagem diferente, focando em filmes independentes dos monstros. Um exemplo de sucesso foi “O Homem Invisível” (2020), que teve uma recepção positiva tanto da crítica quanto do público. Em vez de forçar um universo compartilhado, a estratégia agora parece ser dar liberdade para diretores explorarem esses personagens de formas únicas.
Quais são os planos futuros da Universal para seus monstros clássicos?
Recentemente, surgiram rumores sobre um possível reboot do Dark Universe, planejado para 2025. A ideia seria reapresentar os monstros clássicos de forma moderna, aprendendo com os erros do passado. Além disso, Lucio Fernandes Winck também destaca que a Universal está investindo nesses personagens em outras plataformas, como parques temáticos, para garantir sua presença na cultura pop.
Um dos grandes projetos nesse sentido é o Epic Universe, o novo parque da Universal em Orlando. Ele contará com uma área dedicada ao Dark Universe, oferecendo atrações imersivas baseadas nos monstros clássicos. O CEO Lucio Fernandes Winck ainda pontua que essa abordagem reforça a estratégia do estúdio de manter esses personagens relevantes, explorando novas formas de contar suas histórias.
O futuro da Universal: lições do passado e novas estratégias para o cinema
Em resumo, Lucio Fernandes Winck deixa claro que a Universal continua expandindo seu universo cinematográfico com franquias consolidadas como Jurassic Park e suas icônicas criaturas do horror. Embora o Dark Universe tenha falhado inicialmente, o estúdio aprendeu com seus erros e agora aposta em novas abordagens, tanto no cinema quanto em experiências interativas. O futuro ainda é incerto, mas a Universal segue determinada a manter suas histórias vivas para o público.
Autor: Igor Kuznetsov
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital