Guilherme Campos tem acompanhado, ao longo de sua trajetória empresarial em Roraima, a diferença prática entre cidades que crescem por inércia e cidades que crescem por decisão. Enquanto o primeiro modelo costuma gerar problemas que se acumulam silenciosamente até se tornarem crises visíveis, o segundo cria condições para que a expansão urbana se converta em qualidade de vida, geração de emprego e valorização sustentável do território.
Boa Vista, capital de um estado que figura entre os que mais crescem demograficamente no país, vive hoje o momento em que essas duas trajetórias ainda podem ser escolhidas. As decisões tomadas agora, tanto pelo poder público quanto pelo setor privado, vão definir o padrão urbano da cidade pelas próximas décadas.
Zoneamento: regra burocrática ou ferramenta estratégica?
Instrumentos de zoneamento bem aplicados funcionam como linguagem comum entre poder público, mercado e sociedade. Quando uma cidade define com clareza onde podem ser construídos empreendimentos residenciais, onde se concentram atividades comerciais e quais áreas devem permanecer com baixa densidade, ela reduz conflitos de uso e cria previsibilidade para todos os agentes envolvidos, princípio que orienta boa parte das decisões de Guilherme Campos em seus projetos.
Sem esse tipo de definição, cidades tendem a se desenvolver por tentativa e erro, com usos incompatíveis convivendo em espaços inadequados e gerando externalidades negativas que afetam moradores, comerciantes e o próprio poder público. O zoneamento, quando bem estruturado, não restringe o crescimento. Ele direciona esse crescimento para onde a infraestrutura existente ou planejada tem capacidade de absorvê-lo, evitando que o sucesso econômico de uma região se transforme em colapso de serviços essenciais.
Loteamentos planejados como peças de um quebra-cabeça maior
Cada novo loteamento entregue com infraestrutura completa funciona como uma peça que se encaixa em um desenho urbano mais amplo, mesmo quando esse desenho ainda não está totalmente formalizado pelo poder público. Vias dimensionadas corretamente, redes de água e energia projetadas com capacidade de expansão futura e áreas verdes distribuídas de forma equilibrada são elementos que, somados ao longo do tempo, determinam se uma cidade vai funcionar bem ou enfrentar dificuldades crônicas de mobilidade e saneamento. É assim que Guilherme Campos enxerga cada novo projeto entregue dentro desse padrão.
Quando múltiplos empreendedores adotam esse padrão de qualidade, mesmo de forma independente, a cidade como um todo se beneficia de uma malha urbana mais coerente. O efeito é cumulativo: cada loteamento bem planejado reduz a pressão sobre a infraestrutura pública e cria precedentes que elevam o padrão exigido para os próximos projetos, em um ciclo que tende a se autorreforçar conforme o mercado se sofistica.
Crescimento planejado gera empregos de forma mais duradoura?
A relação entre planejamento urbano e geração de empregos costuma passar despercebida, mas é direta. Cidades que crescem de forma desordenada concentram oportunidades em poucas áreas, criando deslocamentos longos e ineficientes para trabalhadores que moram distante de seus empregos. Cidades planejadas distribuem melhor a atividade econômica pelo território, aproximando moradia, comércio e serviços.

Esse desenho mais equilibrado favorece o surgimento de pequenos negócios em diferentes regiões da cidade, multiplicando pontos de geração de emprego e renda. Trabalhadores gastam menos tempo e dinheiro em deslocamento, sobra mais recurso para consumo local, e esse consumo retroalimenta a economia dos próprios bairros onde as pessoas vivem, criando um círculo virtuoso que fortalece a economia urbana de dentro para fora.
O papel do empreendedor na construção de cidades melhores
Cada empreendimento privado, ao ser concebido, carrega decisões que impactam a cidade além dos limites do próprio terreno: a forma como se conecta às vias existentes, a densidade que propõe, os serviços que atrai para o entorno. Esse entendimento de que o desenvolvimento urbano não é responsabilidade exclusiva do poder público está presente na forma como Guilherme Campos conduz seus empreendimentos em Roraima.
Quando empreendedores assumem essa responsabilidade de forma consciente, o resultado é um crescimento urbano mais harmônico, mesmo em contextos em que os instrumentos de planejamento público ainda estão em consolidação. Roraima tem diante de si a oportunidade de construir suas principais cidades com esse tipo de visão integrada, e os empreendedores que adotarem esse padrão agora estarão na origem de referências que o mercado regional vai seguir nas próximas décadas.
Acompanhe o trabalho de Guilherme Campos no mercado imobiliário e no agronegócio de Roraima: @guicamposvlg no Instagram.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez
